PMIs globais, balanços nos EUA e Ibovespa em queda pautam o dia nos mercados
Agenda movimentada nos mercados nesta quinta. Os PMIs preliminares de abril — indicadores de atividade econômica — saem nos EUA, Zona do Euro e Japão, junto com os pedidos semanais de auxílio-desemprego americanos (previsão: 210 mil). No campo corporativo, Tesla, Intel e American Express estão entre as empresas que divulgam balanços hoje.
No Brasil, o Ibovespa fechou ontem em queda de 1,65%, a 192.888,95 pontos, com bancos pressionando para baixo. O CMN se reúne às 9h e o Banco Central divulga fluxo cambial às 14h30.
A Caixa também estreou as novas regras do Minha Casa, Minha Vida, com tetos de imóveis financiáveis chegando a R$ 600 mil e renda máxima ampliada para R$ 13 mil.
A quinta-feira concentra dados relevantes para os mercados globais. O destaque são os PMIs preliminares de abril — índices que medem a atividade econômica em indústria e serviços — dos Estados Unidos, Zona do Euro e Japão. Junto com os PMIs americanos, saem os pedidos semanais de auxílio-desemprego, com previsão de 210 mil pedidos.
No campo corporativo, a Tesla é o centro das atenções. As ações chegaram a subir após resultados acima do esperado, mas viraram para queda de cerca de 2% depois que o CEO Elon Musk anunciou forte aumento de investimentos com impacto no fluxo de caixa. Intel, Honeywell, American Express, Blackstone, American Airlines e Lockheed Martin também divulgam balanços hoje.
No Brasil, o Ibovespa fechou a quarta-feira em queda de 1,65%, a 192.888,95 pontos, pressionado principalmente por ações de bancos. O movimento refletiu realização de lucros e ajuste de risco. As bolsas americanas, por sua vez, subiram ao reagirem positivamente à extensão da trégua entre EUA e Irã.
Na agenda doméstica, o Conselho Monetário Nacional se reúne às 9h, e o Banco Central divulga dados de fluxo cambial às 14h30. A Caixa Econômica Federal passou a operar as novas regras do Minha Casa, Minha Vida, que elevam os tetos dos imóveis financiáveis a até R$ 600 mil na faixa Classe Média e ampliam a renda máxima das famílias atendidas para R$ 13 mil.
A sessão desta quinta-feira tem agenda densa nos mercados globais. O destaque fica com as divulgações dos índices PMI — indicadores que medem a atividade econômica em indústria e serviços — em múltiplas regiões: Estados Unidos, Zona do Euro (incluindo Alemanha, França e Reino Unido) e Japão. Os PMIs preliminares de abril darão a leitura mais atualizada sobre o ritmo da economia global num momento de incerteza elevada.
Nos Estados Unidos, além dos PMIs, saem os dados semanais de pedidos de auxílio-desemprego. A previsão do mercado é de 210 mil pedidos na última semana — número que serve como termômetro da saúde do mercado de trabalho americano. O país também divulga dados de exportação de grãos pela manhã.
No campo corporativo americano, a Tesla domina as atenções. As ações chegaram a subir após resultados acima das expectativas, mas reverteram o movimento e passavam a cair cerca de 2% depois que o CEO Elon Musk sinalizou aumento expressivo nos investimentos — com impacto previsto no fluxo de caixa da empresa. Ainda nesta quinta, divulgam balanços Intel, Honeywell, American Express, Blackstone, American Airlines e Lockheed Martin.
No Brasil, o dia anterior foi de queda expressiva na bolsa. O Ibovespa recuou 1,65%, fechando a 192.888,95 pontos, com as ações dos bancos entre as principais pressões negativas. O movimento foi atribuído a realização de lucro e reprecificação de risco. Em contraste, as bolsas de Nova York encerraram em alta, reagindo ao anúncio de extensão do acordo de trégua entre os Estados Unidos e o Irã.
Na agenda doméstica desta quinta, o Conselho Monetário Nacional se reúne às 9h. O CMN é o órgão responsável por definir as diretrizes do Sistema Financeiro Nacional — suas decisões podem afetar regras de crédito, limites de financiamento e condições do sistema bancário. Às 14h30, o Banco Central divulga os dados de fluxo cambial.
A Caixa Econômica Federal também entrou em operação com as novas condições do Minha Casa, Minha Vida. As mudanças elevam os tetos dos imóveis financiáveis — chegando a R$ 400 mil na Faixa 3 e R$ 600 mil na Classe Média — e ampliam a renda mensal máxima das famílias atendidas para R$ 13 mil.